sábado, julho 03, 2004

Orgulho

Há pouco tempo, tive oportunidade de me confessar a um padre, apesar de não ser católico. Só por acaso não tive essa conversa com ele. Mas sei o que lhe teria dito: padre, perdoe-me por não ser tão bom quanto devia ser.

Em tempos de orgulho nacional futebolístico (que eu o tenho, nos nossos meninos), sinto-me demasiadamente tido em conta por este mail que recebi da "Amnistia Internacional" (e sinto um orgulho encolhido):

Gracias a tu firma, y a la de más de 12 millones de personas, el actual presidente de Nigeria, Olusegun Obasanjo, encargó a una comisión un estudio sobre la pena de muerte en ese país. Las conclusiones sobre dicho estudio se entregarán a finales de este mes de junio. La presión sobre los casos de Amina (en la foto con su hijo) y Safiya, liderada por la Sección Española de Amnistía Internacional, inició este debate.

Perdoem-me a imodéstia, um abraço e até logo

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