UM POL DIFERENTE
E quem é esse, bebé? És tu, papá. Mas desenhaste uma boca triste. Porque tu estás triste, papá. Eu estou triste? Estás, mas é outro Pol (chamou-me pelo meu nome). É um Pol diferente.
Mas brincávamos. E eu ria. Mau fingidor, eu. Ou sublimes, as crianças. Puras. Feitas essência ainda. Capazes de se debruçarem dos nossos olhos para o dentro que temos. É assim que eu quero que me olhe. E que aquele outro Pol vá dar uma volta.
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