segunda-feira, junho 02, 2008

Em tempos, quando julgava ser escritor, enviei o ZERO a dois ou três potenciais críticos. Pedro Mexia, José Mário Silva e Francisco José Viegas talvez. O negócio não interessou a ninguém e acho agora estranho que o tenha proposto a quem quer que fosse. Agora, que não consigo convencer-me de que não sou escritor.

Ontem pensei em atalhar o cabrão do livro AQUELE HOMEM num conto rápido. Antecipei a caneta a arranhar o papel. Parei a meio caminho. Tenho 38 anos. Que se foda.

4 Comentários:

Anonymous nuno ferreira disse...

E tens a certeza que algúm deles leu o que enviaste? Estão mais preocupados com o umbigo deles do que em ler o que não pertence ao lobby. E em relação ao FJV tens um contra muito grande, és do Benfica...
Um abraço

Nuno Ferreira

2:52 da tarde  
Blogger pol disse...

obrigado nuno,

como deve ter reparado, isso de lobby para mim é coisa de mariquinhas

um negócio que não me seduz

uma frase que contenha as palavras encontro e escritores desperta-me logo os prazeres da sesta

um abraço de volta

11:53 da tarde  
Blogger NUNO FERREIRA disse...

eheheh, um abraço

8:53 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

Caro Nuno Ferreira,
até agora não sabia que se tratava de um ilustre autor. É o primeiro que de "alguma forma" me comenta de "alguma forma" a propósito do ZERO.

O "seu" AO VOLANTE (apesar de não o ter lido), obrigou-me a ouvir do princípio ao fim o PESSOAL de Carlos Vaz Marques. Sinto agora, também de "alguma forma", que o deverei ler um destes dias.

Um Abraço, Pol

11:56 da tarde  

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