quinta-feira, junho 19, 2008

TENTAÇÕES DE SANTO ANTÃO

dr, sinto um rumor nos dedos, é grave? e quando sente isso? lá mais para a noite, quando estou só na casa de banho. como assim? em conversas com o intestino, instando-o de quando em quando. simmm.... depois, saio e ando ali a remoer na conversa que acabei de ter. simmm.... e é quando me ataca esse rumor. e em que mão, nas duas mãos? não, não, só na direita, no espaço que vai do polegar ao indicador, tudo apoiado no dedo médio. compreendo. dr é uma vontade de prensar artefactos que liquideficam nas pontas. bem... mas dr. nada de putanheirices, nada do género. sim, claro. dr a coisa chega a provocar-me delírios, frases que se alinhavam à entrada do punho e depois se acotovelam naquele rumor surdo e me provocam inchamentos nos nós dos dedos que lhe referi. a coisa não parece bonita, muito bem, vou passar-lhe aqui uma receita. e posso aviá-la nos gloriosos relvados sintéticos da Encarnação? presumo que saiba a posologia... Sim, claro, todas as quartas antes do almoço

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