terça-feira, novembro 22, 2005

Omem com O grande

António Lobo Antunes. Vi-o no canal público entre camaradas. Como se comoveu com gente que se está nas tintas para o facto de ser, como ele diz, "o melhor". O quase-Nobel. Como lágrimas lhe vacilavam entre uma aurícula e outra para depois descerem plácidas aos ventrículos.

Não sabia que podia ser assim. Desconfiava das pequenas coisas que lhe povoam as crónicas - mas não sabia que era assim. Assim, como eu - a quem falta ser "qualquer coisa".


Um abraço e até logo

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