sexta-feira, maio 20, 2005

Eu não queria assim

É injusto da minha parte logo a seguir ao Vinni escrever este post sobre os ilustres parvalhões, perdão, espertalhões, vá espertalhaços, espertinhos, mais desenrascaditos. Isto para não os chamar outras coisas. Mas cai vai o post: Gostava de morar em Oeiras e simultaneamente em Gondomar para votar contra duas pessoas. Já agora contava-vos uma anedota, uma piadita, sobre 30 mil contos ou coisa que o valha e um taxista sobrinho de gente importante a lutar pela vida na Suíça. Contava mas não conto porque parece que alguém já a contou. E pegou, ficou-se toda a gente a rir muito e baforadas de charuto e não sei que mais. Fodasse para este país onde uma atleta olímpica lava escadas para poder competir. Vá lá que temos intituições sérias como o BES, por exemplo, e líderes políticos sérios e isentos (não eram do meu partido, que não o tenho, mas o CDS a par com o PCP eram aqueles por quem eu punha as mãos no fogo - queimei-me, azar, é para não ser estúpido). Triste país, país não, paísito. Vá lá, um rectângulo pasto de meia dúzia de famílias. Às vezes olho e não é este o meu Portugal. Um dia ainda tenho que desatar à bofetada em alguém. É assim, na Argentina também era tudo gentleman e tangos e buenos aires.


Um abraço e até logo, vou ali desamargurar

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